O DESABAFO DO GAROTO

Sasha é um Leo Messi? Óbvio que não!
Mas esta longe de ser o cristo da vez. Eduardo Sasha é um atleta que se sacrifica pelo grupo. Ao cumprir a função tática de recompor o meio campo quando o time perde a bola, e ninguém a faz tão bem quanto ele, o jogador perde a sua característica de atacante. O torcedor se acostumou a ver o guri atacando da extrema para o centro de forma aguda mas ele não faz mais essa função. A frente você tem Pottker nesta e Damião como referencia, tanto que quando o Inter abre mão de marcar no meio para ser mais agressivo, sai Sasha e entra Nico.
Com o Zago, Eduardo não teve a chance que teve e abraçou com o Guto, esse por sua vez, trabalhou muito com o atleta na base, o conhece mais que ninguém. Com a chegada do treinador e essa mudança no esquema, o Inter arrancou para o acesso. Sasha não foi artilheiro como todos queriam, mas muitos dos gols que o Inter nem chegou a correr o risco de levar, foi desarme ou cobertura do garoto.
O torcedor é passional, escuta muito radinho na hora do lance, chega até o nível de cabeça de amendoim e a gente entende. Entende a pressão que esse mesmo torcedor se deixa levar por um cronista que assim escreve, no aconchego do seu lar depois de ver e rever os lances da partida sorvendo um bom “café”!
O que a gente não entende, é agressão fortuita a uma cria da casa, patrimônio do clube. Desafeto esse pelo simples fato de ser disciplinado taticamente. Esse torcedor que quer um espetáculo a cada jogo não entende a gangorra do futebol e por isso não percebe quando esta para, ali no alto, que quase tocando as nuvens nos da o acesso para novos voos!
Que venha 2018, e tenhamos a competência ninja de Eduardo Sasha, filho do Sport Club Internacional!
#VemSerUmPuroSangue!
STJD, voltamos!!!!

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QUEM DECIDE?

DIREÇÃO NOVA, VELHOS ERROS!
Guto Ferreira foi demito na tarde após o jogo contra o Vila, um time que tomou uma postura incompreensível. Após achar seu empate no velho gol “bruxo”, que tem assombrado o inter a anos, não foi pra frente tentar sua aproximação do grupo de acesso. Após o gol, o Vila se portou como se um empate desse o “ponto do título”, mas que título?! Adiar o eminente acesso Colorado, demitir o técnico do Inter? O Vila, no segundo tempo, catimbou como time de várzea, batia a carteira e gritava “ladrão”. Uma postura de quem voltou do intervalo com outro objetivo, jogar água no shop do Inter.
O Inter, grupo, por sua vez não entendeu, mais uma vez o jogo. Essa página tem dito ao longo do ano que: No Beira Rio entra pra frente, os times, todos, vão trincando ferro jogar dentro do Gigante. Times covardes com o intuito de não perder e tirar pontos do Inter. Contra times assim se coloca uma formação que mexa com a marcação adversária, 2 meias, atacantes com domínio de bola. Não se engessa o ataque com um Damião que vira referencia, se bota a bola no chão e entra tocando a bola. Guto Ferreira não viu isso, se viu sofreu uma pressão da diretoria ontem escancarada com sua demissão. Pressão essa reflexo de uma mídia e de vândalos que se dizem torcedores, comprovado já, mas omitido por essa mesma mídia, infiltrações de torcedores de clubecos locais. Mas não importa, o grupo não teve postura nas últimas rodadas, mas demitir o técnico, tres dias de um jogo chave, onde empate, aí sim, é “título” para o Inter, é no mínimo inconsequente. O Inter perdeu de se classificar ontem, no intervalo do jogo. Essa página entrou em contato com a Rádio Colorada, comentário do intervalo, e pediu uma alteração no time que se explicava. O Vila encaixou seu jogo e o time perdeu o campo de jogo e podia ter levado o empate ainda no primeiro tempo. Danilo inseguro no gol, alisando a grama viu a bola passar 3 vezes a frente do seu gol. A mudança deveria ter acontecido no vestiário, mudar a marcação, e tentar evitar o empate já batendo a porta. Postar a marcação na intermediária e sair no contra ataque para matar a partida. Não aconteceu, Guto Ferreira mais uma vez, só se mexeu após levar o gol, fez mais do mesmo, não teve a leitura correta do jogo mas não foi demitido por isso. Foi demitido pela incompetência de uma diretoria fraca e midiática. Se o Inter tivesse uma diretoria forte e séria o Inter não estaria na série B por direito. Seria Inter na A ou bola parada em 2017.
Todos nós já vimos esse filme antes e terminou em 5 a 0. Agora só basta esperar que não se repita e consigamos, numa formação retrancada, agora nós cortando ferro, não perder em Barueri. No mais esperar qual será o novo erro para 2018 a ser contratado por Medeiros, o nome forte na mídia, que parece mandar nessa direção do clube, é o gremista Roger que afundou o próprio gremio e Atlético de Minas. Que os deuses da bola nos ajude.
#VemSerUmPuroSangue
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CLÁSSICO DOS CLÁSSICOS!

INTER MANDA NO MAIOR CLÁSSICO DO BRASIL

Nunca vamos saber ao certo, se esses ranking’s, diferente dos de entrada que valorizam a PONTUAÇÃO, são para criar polêmicas e vender rivalidade ou realmente são para premiar as torcidas mais apaixonadas.

No momento, a real é que o jornal inglês Daily Mirror  “criou” um ranking, se não for igual aos da CBD, é válido, para listar os 50 maiores clássicos do futebol mundial.

O grenal, clássico das paixões, ficou em nono lugar. Lembrando que o clássico gaúcho, já há muito desigual devido a “suprema superioridade” Colorada, já listou o topo em outros ranking’s semelhantes. Assim sendo, a dupla  faz o maior clássico do Brasil, à frente de Fla-Flu e Corinthians x Palmeiras. Talvez porque a influencia da mídia esportiva tupiniquim ainda não tenha chegado ao velho mundo!
Confira abaixo a lista dos top10:

  1. Boca Juniors x River Plate (Argentina)
  2. Barcelona x Real Madrid (Espanha)
  3. Celtic x Rangers (Escócia)
  4. Al Ahly x Zamalek (Egito)
  5. Fenerbahçe x Galatasaray (Turquia)
  6. Nacional x Peñarol (Uruguai)
  7. Lazio x Roma (Itália)
  8. Liverpool x Manchester United (Inglaterra)
  9. Grêmio x Inter (Brasil)
  10. Borussia Dortmund x Schalke 04 (Alemanha)Siga⇓
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O PROFISSIONALISMO GRENAL

BREVE RESUMO.
Em 1933, tivemos a implantação do futebol profissional em nosso país. De forma muito precária e pouco evoluído até hoje, mas o suficiente para estabelecer um marco importante na história do futebol nacional.
O ano de 1933 representa o início do “profissionalismo” do futebol brasileiro.
Campeonato Gaúcho de Futebol de 1942, 22ª edição da competição no Estado do Rio Grande do Sul, passa a ter duas competições estaduais – o Campeonato Gaúcho de Profissionais e o Campeonato Gaúcho de Amadores. Os campeões das regiões se enfrentaram na disputa pelo título. O Colorado foi o primeiro campeão gaúcho da era profissional e o ano marca o início do profissionalismo no Campeonato Gaúcho. Algumas ligas e clubes se converteram imediatamente, outros optaram por permanecer no amadorismo ou comemorando resultados amadores. O primeiro grenal da era profissional foi vencido pelo Colorado por 4 a 2 no dia 30 de agosto do mesmo ano pelo Citadino. O primeiro revés só viria acontecer 4 anos depois, um 4 a 3 no dia 13 de agosto de 44 também pelo Citadino.
No mesmo ano o Inter já teria aplicado um elástico 7 a 3 em amistoso no dia 28 de maio.
O Internacional voltaria a massacrar o Grêmio 4 anos depois com um sonoro 7 a 0 no estadual de 48, sendo essa a maior GOLEADA OFICIAL até hoje no clássico.
NÚMEROS DO CLÁSSICO PROFISSIONAL:
356 confrontos
138 vitórias com 453 gols pró, 117 empates e 100 derrotas com 383 gols contra.

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GUTO NO COMANDO!

Guto Ferreira estreou no Colorado no dia 6/3, quarta rodada, com um empate de 1 a 1 com o Juventude no Estádio Beira-Rio, Inter ocupava a décima colocação na tabela. A equipe em formação teve sequência irregular até a primeira derrota, um mê depois, de 1 a 0 contra o Boa Esporte.
Após o revés contra o time mineiro, Guto Ferreira conseguiu encaixar o time, arrumou o ponto fraco, a zaga, e com boas sequencias de vitórias foi para o topo da tabela.
Hoje o Colorado ocupa a primeira posição com boa vantagem para o segundo colocado, e melhor, grande vantagem para o quinto o que pode garantir acesso a “elite CBF”, se é que podemos chamar de elite algo que venha dessa confederação. A verdade é que, até termos uma organização decente do futebol brasileiro, os clubes dependem dos torneios nacionais para poder jogar as grandes competições internacionais.
Já para nossa mídia local, desconstruam essa ideia, o Sport Club Internacional, mesmo jogando irregularmente a segundona, ainda é o #MaiorFIFAdoBrasil, do Século e melhor produto de futebol do Rio Grande do Sul
sobe a tag #PSVermelho, pois #NadaVaiNosSeparar.
#PSV30mil

O INTER É BI MUNDIAL?

O INTER É BI MUNDIAL?

Por Wianey carlet
Postado em  26 de novembro de 2007

O Inter representou o Brasil na Copa do Mundo da Paz, realizada em novembro de 1942, dentro do Estado do Vaticano. O projeto teria sido idealizado pelo próprio Papa Pio XII para arrecadar verbas para a resistência francesa, que carecia de mantimentos e medicamentos.

Em função da 2ª Grande Guerra, a FIFA cancelou seu principal calendário esportivo. Aproveitando-se da situação, o Sumo Pontífice elaborou uma Copa do Mundo “Pirata”. Participaram:

Itália: foi representada por um combinado dos três grandes clubes daquele tempo: a Bologna, a Ambrosiana-Inter e a Roma uniram suas forças e jogadores para formar a Squadra Azurra.

Alemanha Nazista: com um combinado formado pelo Schalke 04, o Dresdner e os principais jogadores dos clubes da cidade Viena.

Tchecoslováquia e Iugoslávia: enviaram suas seleções principais.

Estados Unidos: participaram reforçados com seis jogadores da seleção inglesa sob disfarces e documentos falsos.

Uruguai: foi representado por Peñarol e Nacional.

Argentina: utilizou quase uma seleção completa.

BRASIL: REPRESENTADO PELO SPORT CLUB INTERNACIONAL. OS GAÚCHOS FORAM COMPLETOS, INCLUSIVE LEVANDO CONSIGO O ARGENTINO VILALBA. O INTERNACIONAL PREFERIU JOGAR USANDO O PRÓPRIO UNIFORME EM VEZ DAS ROUPAS DA CBD.

O jogo final entre Alemanha e BRASIL/INTERNACIONAL. O INTER VENCEU POR 2 A 1, GOLS DE CARLITOS E TESOURINHA, PARA O INTER.

Brasil/Internacional seria, portanto, Campeão Mundial de Seleções 1942. A taça foi entregue pelo Papa, que abençoou cada um dos campeões mundiais. Todavia ela deve permanecer no Vaticano por enquanto: não devem existir provas da existência da Copa do Mundo “Pirata”.

Afirma a assessoria católica: “TEMOS A TAÇA COM O NOME DO BRASIL E AS FOTOS DA EQUIPE CAMPEÃ.” DIRIGENTES DA FIFA ALEGAM QUE, SE FOREM VERDADEIRAS TODAS AS ALEGAÇÕES, HÁ GRANDES POSSIBILIDADES DE RECONHECER NÃO O BRASIL, MAS INTERNACIONAL COMO O PRIMEIRO CLUBE DE FUTEBOL CAMPEÃO MUNDIAL DE SELEÇÕES.”

Era só o que faltava para incrementar ainda mais o bate-boca entre gremistas e colorados: uma competição mundial pirata. Quando a gente pensa que já viu tudo… Acredite quem quiser.
Esse era Wianey Carlet, Colorado!

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PAPO DE PIZZARIA

Enfim o mesmo fim. Mais um caso tipico de STJD onde era preferível a exclusão que obrigaria entrar em campo a justiça comum mostrando de uma vez por todas que a pratica e uso do STJD não se aplica mais aos anseios do torcedor onde fica o dito pelo não dito. O caso Vitor Ramos/Emails falsos ficou parecendo que quem adulterou os documentos gerou uma forma de colocar uma pedra no caso inicial. Quem adulterou os documentos? E porque motivo , pois simplificar o entendimento do multado Monterrey é de uma simplicidade infantil? Claro ficou que se  usou de intimidar o Inter com exclusões e inquéritos nunca claros para opinião pública e metodicamente omitidos pela mídia envolvida de forma tirar o foco do problema real. uma vez que o clube mexicano foi multado pela FIFA pelo mesmo problema. A teimosia em não julgar a inscrição do jogador reapaudou os mesmos de se defenderem no CAS, como julgar o resultado de um caso não julgado? Uma pratica comum na mídia de cortina do silêncio, desviar o foco para desqualificar a tese. Se colocou o nome do clube a julgo da opinião pública, essa facilmente manipulada pelos meios de comunicação. O certo é que fica a mancha de uma culpa por algo não praticado pelo internacional. Voltamos a perguntar para você que nos lê, se fosse julgado a inscrição irregular do atleta em questão haveria e-mails? E porque esses e-mails surgiram do nada como um presente de grego? São muitas perguntas para um caso arquivado de forma abstrata sem direito de nenhum entendimento. Como nos bons bate-papos em pizzaria, não sabemos se foi só sabemos que foi. Mas em caso de dúvidas, não nos mande e-mail.
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FIM DA ERA ZAGO.

Antônio Carlos Zago também não resiste a pressão do “sistema gaúcho” do futebol.
Mas esse efeito colateral não privilégio de Zago, que ano passado era o “bom” treinador  do Juventude e que magicamente ao assumir o Inter também se tornou um péssimo técnico. Desse “mal” já sofreram Abel, Aguirre, Falcão, Dunga, entre outros. Incrivelmente técnicos Colorados caem com até 70% de aproveitamento.
Antônio assumiu o Inter com a missão de reconstruir o grupo que esse ano participa de uma competição a qual, como todas as pessoas honestas sabem, não deveria estar jogando. Somou 32 confrontos a frente do Sport Club Internacional com 14 vitórias, 11 empates e 7 derrotas marcando 49 gols(entre tantos perdidos), e sofreu 30 tentos com um aproveitamento de 57%. Nessa trajetória conquistou para o clube o 58º título FIFA, chegando a final do estadual e boas campanhas na Liga e Copa do Brasil. Mas no Inter isso não basta, segundo os “entendidos” no Colorado nem o Abel Campeão do Mundo fez o bastante. Posição essa que em contraste com outros clubes que amargam eliminações constantes em grande turismo pela América nesses 15 anos que o Inter GANHOU TUDO, no mínimo é algo estranho. Resta para o torcedor Colorado esperar para saber quem será o próximo técnico a ser metralhado com uma vitória e um empate, caso do Zago, até a queda.

Certamente a nova direção, com a péssima tendência midiática, deve ter aprendido que precisa de um nome forte para liderar o Inter e peitar esse sistema duvidoso que hoje impera no futebol do apito, do STJD, da globo. Aguardemos os próximos apitos, digo, capítulos.
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PAÍS DO FUTEBOL?

Apito amador, arquivamento de denuncias sem explicações pelo STJD, fraudes de e-mails não comprovadas, elitização dos “estádios”, estádios vazios, perda das tradições e características do futebol brasileiro. O que ainda caracteriza o Brasil como país do futebol?
Em um ranking dos cem clubes com maior média de público no mundo, compilado pela Pluri, há apenas três equipes brasileiras – em menor número que os quatro clubes da China ou os dez do México, por exemplo, e muito aquém dos 22 times da Alemanha e 20 da Inglaterra, países que dominam os rankings de público.

O Santa Cruz, de Pernambuco, com média de público de 36.916 em seu estádio, no Recife, é o clube brasileiro mais bem colocado no ranking, na 39ª posição, mesmo disputando a série C do campeonato brasileiro (quarta divisão). Os outros clubes brasileiros no top 100 são Corinthians (65ª posição no ranking, com média de público de 29.424 ) e Bahia (100º, com média de 22.741).

Os líderes do ranking são o alemão Borussia Dortmund, com média de 80.552 de público e 100% de ocupação do estádio, e o Manchester United, com público médio de 75.387 e 99% de ocupação.
Fonte: BBC Brasil em Londres

INTER VENCE, TODOS DE NOVO!

O torcedor é passional e escuta muito “rádio” estragado, com “gente” estragada. Zago erra na escalação, que, funciona sob a batuta de D”Alessandro. O time desmorona quando o maestro cansa e some do jogo, aí Zago erra novamente. Ao tirar Valdívia e não o Maestro ele não oxigena o meio campo. Ao colocar Andrigo ele volta dar força de marcação e retenção de bola, equilibra o jogo, mas só concerta o segundo erro. Um jogo fácil que se renovada a criação no meio campo poderia ter chegado a uma goleada fácil é dificultada por erro de escolhas. O São José não teve bola para ser decisivo, errou nas finalizações, e quando teve a chance do empate, surgiu o paredão chamado Danilo Fernandez que está ali para isso, trabalha para isso, e não para ter seu trabalho desvalorizado ao ser traduzido em “milagre”. Se fosse assim os goleiros adversários teriam parte com o descomungado ao não ser agraciado pela mesma atenção por parte de um Deus todo poderoso?

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